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quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Aplicativos desktop, online e offline


Protopea.com recupera arquivos quando o navegador trava ou fecha.


Opinião
Assim como a responsividade e UX/UI dos sites na web ainda precisa melhorar, as aplicações online ainda tem um certo caminho a percorrer, para se equivaler às aplicações offline ou em micros de mesa/desktop. Eu utilizo o programa online Photopea, gratuito (suportado por propaganda) equivalente a um outro  famoso programa pago - lembrando que software livre, gratuito e pago não concorrem no mercado; assim sendo, softwares da mesma categoria e com mesmo modelo de negócio (faturamento) é que concorrem entre si.

Posto esse cenário, discuto aqui algumas características do software online e offline:

domingo, 17 de dezembro de 2023

Navegador web versus aplicativo móvel

Imagem: Freepik / Vectonauta

Wallace Vianna é web designer.

A Internet surgiu no computador de mesa e se desenvolveu no navegador desktop (ou de mesa). Mas hoje o acesso a internet se faz majoritariamente em dispositivos móveis (celulares).
Curiosamente hoje parece que o navegador móvel se tornou o vilão da internet.

Explico: já estou me acostumando a ver essas mensagens nos sites que acesso:




Os exemplos de páginas web famosas com problemas na versão móvel são muitas, como cito nesse link o Gmail, o Facebook e o Linkedin.

Esse estado de coisas surgiu quando a indústria de informática resolveu abandonar o conceito de compatibilidade retroativa (dar suporte a versões de hardware e software antigas) para focar no inverso, compatibilidade progressiva (dar suporte apenas para a versão atual de dispositivos e programas).

O fato dessas mensagens acima existirem mostra a falência da compatibilidade "para frente". É sinal de que muita gente usa celular velhinho (se estamos com Android 12, tem gente com Android 6 ainda funcionando; ou navegador web móvel que não atualiza em Android antigo) e por isso a recomendação de que "é melhor visualizar no aplicativo de celular" acaba sendo uma recomendação que vai falhar em muitas vezes, pois o app não vai instalar pra muita gente.

Eu particularmente uso o navegador móvel na visualização de navegador desktop/de mesa. É claro que é uma ginástica desconfortável, mas me resolve em situações pontuais, quando uma página não aparece, um recurso do site não fica visível, ou uma parte da página não permite acesso.
Mas isso podia ser resolvido da mesma forma que se criou versão desktop/de mesa e versão móvel das páginas web: projetar a página web para exibir todo o conteúdo, em ambas larguras de tela. O usuário que decida qual versão deseja ver (móvel reduzida ou completa) se a página ficar lenta demais ou não pra poder navegar, de acordo com seu aparelho. Em vez de "mobile first" (projetar a página pra carregar a versão móvel primeiro) que tal "user's choice first" (o usuário escolhe a versão que deseja carregar)?

Enfim, a ideia está lançada; espero, como citei no link desse texto, que o mercado adote a filosofia da Apple de exibir uma interface simples em qualquer situação e oferecer recursos avançados em telas separadas, pra não comprometer a navegação nem o desempenho do equipamento.

sexta-feira, 20 de outubro de 2023

Software no século XXI

 

Imagem: Coderus.com

Wallace Vianna é webdesigner e desenvolvedor web


Estava usando um software de trabalho, com versão online quando percebi que ele não estava salvando meu trabalho. E pior: nenhum aviso me foi dado a respeito.

Era o meu disco rígido que estava cheio. “Mas normalmente o navegador ou o Windows avisa quando isso ocorre”, vão dizer. Sim, mas neste caso quem estava gravando no meu disco rígido era o software na nuvem, e o salvamento (estranhamente) não passava pelo navegador web – a conversa era entre a nuvem (internet e o HD). Isso mostra que o software no século XXI passa por alguns desafios a resolver, e aos quais faço algumas sugestões: