terça-feira, 5 de julho de 2022

Saas x Saap: Software como um serviço ou produto

Opinião: software como um serviço ou como um produto?

Imagem: Lithiosapps



Estava lendo sobre a decisão da Adobe Systems de passar do Saap para o Saas, ao lançar o Photoshop CC/Creative Cloud em versão online, com menos recursos, meio que copiando a concorrência online que já copia o próprio Photoshop, há anos.

Para quem não usa o Photoshop, até agora ele era vendido meio como um serviço (você assina a licença de uso e tem direito a atualização online de tempos em tempos em seu computador, podendo usar em até 2 ou 3 computadores diferentes) meio como um produto, já que ele está em seu computador, e não 100% online (acessado pelo navegador de internet).

Para quem critica essa postura de não oferecer o aluguel do software online antes, resta dizer que ter feito isso seria meio que trair a base de clientes que pagava pra ter o software com o benefício de ter atualizações mais baratas.

Mas os tempos mudaram.

Existem tantos programas online compatíveis com o Photoshop e outros produtos Adobe (O Acrobat é de longe o software da Adobe com mais versões online feitas por concorrentes) que ignorar esse mercado chega a ser suicida.
Outro fator é a evolução do hardware que já permite executar trabalhos pesados no servidor de internet.
Ou seja: adobe com SaaS chegou meio tarde mas não totalmente.

O que não dá mais é ter de fazer instalação de software quando a pirataria já incorporou até o software portátil (sem instalação). 

Sobre isso eu mesmo acredito que num futuro próximo sistemas operacionais de mesa/desktop virão embarcados no hardware (placa mãe) como o Android nos celulares. E vou além: o Windows poderia muito bem ser acessado via internet, a cada vez que o aparelho for ligado, dispensando a re/instalação (software local só em caso de não poder acessar online).
As lan houses e cybercafés agradecem de antemão...


quinta-feira, 21 de abril de 2022

Guia do backup para designers (mas não só designers)

Imagem: Freepik/StorySet


Uma das coisas que aprendi ao longo de anos é que backup tem de ser feito, mas a parte física dele não deve ser responsabilidade sua.

Traduzindo: ter mídia (DVD, Pen Drive, HD) com seu backup subentende ter e manter políticas a respeito, como verificar se o backup foi feito corretamente, se os dados/arquivos não se corromperam ao longo do tempo, como recuperar o tipo de backup etc.

Motivo: nenhuma mídia é eterna: um dia o HD, Pen Drive ou DVD vão parar de ler ou funcionar. Então, saber o que fazer (ex.: como e o que guardar) acaba sendo tão importante quanto onde fazer (onde armazenar).

Conclusão: é mais prático pagar ou utilizar armazenamento de terceiros (na nuvem, p.ex.) e empurrar pra outras pessoas a preocupação de ter de trocar o HD, verificar se os dados não se corromperam nem pegaram vírus, de tempos em tempos. E focar no principal: ganhar o sustento.

Como espaço pra backup não é infinito e tem um custo, seguem algumas sugestões que adotei ao longo do tempo:

quarta-feira, 13 de abril de 2022

Blog profissionais de tecnologia: o ano que passou (2021)


130.841 visualizações
até 2021.

Quero contabilizar e agradecer aos leitores por esses números, que mostram como esse blog continua sendo uma fonte de informação útil para a comunidade.

Eu, Wallace Vianna, editor e Alexandre Campos, criador desse blog, somos gratos a todos vocês pela atenção.

segunda-feira, 11 de abril de 2022

Multi sreaming ou lives em múltiplos sites

Dica que descobri recentemente e resolvi compartilhar - Stream Yard site que permite fazer lives que são transmitidas em múltiplos canais simultaneamente: YouTube, Favebook, Twitter e Linkedin, p.ex.

Tem versão gratuita e paga, então permite testar.




quarta-feira, 9 de março de 2022

Guia do programa portátil

Imagem: DCT.com

Algumas vezes endemoniados, esquecidos ou ignorados, os programas portáteis são mais uma opção de ferramenta de trabalho mas demandam algum conhecimento como qualquer ferramenta ou modalidade.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

Cybercafés, lan houses e acessos públicos de internet

[Opinião]

Wallace Vianna é webdesigner



Lembro que quando a internet surgiu o conceito de aluguel de computadores era tão raro quanto caro. 

Hoje em dia aluguel de scanner ou impressora para empresas é mais comum do que a compra desses equipamentos. Arrisco a dizer que num futuro próximo pessoas fisicas ou profissionais autônomos irão alugar esses equipamentos da mesma forma, em vez de adquiri-los. 

O motivo é simples: aqui a pessoa física paga pelo uso do equipamento, não se preocupa com consertos, e tem sempre o último modelo atualizado em mãos. Dessa forma, quem paga pelo equipamento ganha o dinheiro investido de volta (com lucro) e quem usa paga pelo que está usufruindo. Bônus sem ônus para ambos os lados.

Lembro que uma das primeiras redes de cybercafés famosas no RJ chegava ao requinte de alugar celulares para turistas (naquela época não havia roaming de telefonia móvel, permitindo um mesmo aparelho fazer chamadas em países diferentes; e a telefonia via internet estava engatinhando). E os bons hostels/hotéis até ofereciam acesso a web de banda larga, em tempos de conexão discada (gratuita ou quase).

Hoje o acesso público a internet se popularizou, com e sem fio, em aeroportos, rodoviárias, hotéis, pontos turísticos e até ônibus coletivos. Com e sem propaganda pra bancar o serviço.

Mas os cybercafés pararam no tempo.

domingo, 22 de novembro de 2020

Impressões sobre o Firemin


[Opinião]
Wallace Vianna

O Firemin é um acelerador de aplicativo (no caso navegadores web) ou seja, ele otimiza o uso de memória RAM dedicada ao navegador web para que o consumo seja o menor posspível (e o desempenho maior).

Embora criado para o Firefox, ele serve para outros navegadores, mas, como a Rizonesoft empresa criadora do Firemin admite, somente usando em seu contexto de "internet + computador + navegador web" para saber se o programa é útil para você.

No meu uso diário o Firemin realmente acelera o Firefox em alguns segundos, mas no carregamento de vídeo online ele perde para os concorrentes como MS Edge 2020 e Google Chrome.
Fora situações pontuais como essa, o Firemin faz o meu Firefox ser mais rápido que o MS Edge 2020 (que havia superado o Google Chrome no quesito velocidade).

Recomendo.

Texto relacionado:

[Atualização de 5.7.2022]
Eventualmente o Firemin não vai trabalhar bem com alguns navegadores.
Por exemplo, a partir da versão 8 o Firemin começou a apresentar problemas com a inicialização do navegador Opera GX mas somente na versão portátil (na versão instalada, sem probemas).
Credito esse estado de coisas a problemas envolvendo a atualização - navegadores portáteis muitas vezes não atualizam automaticamente.