Wallace Vianna é webdesigner
Software livre/gratuito, assim como o software portátil e
online, sempre foi visto com maus olhos.
Explico isso, desmontando alguns lugares-comuns:
Wallace Vianna é webdesigner
Software livre/gratuito, assim como o software portátil e
online, sempre foi visto com maus olhos.
Explico isso, desmontando alguns lugares-comuns:
Wallace Vianna é webdesigner freelancer e web developer
Acessei um curso de Git e GitHub; pra quem não é do ramo, Git é um software gerenciador de arquivos de projetos, e o GitHub - que é propriedade da Microsoft - é uma versão online desse gerenciador, permitindo compartilhar na internet esses projetos, além de fazer sincronização dele online, no seu computador de mesa/desktop - e vice-versa.
Me atraiu a idéia de ter um gerenciador de arquivos de projetos que fosse mais avançado que os discos virtuais como Mega.io, Google Drive, MS One Drive, Drop Box e outros (se bem que esses citados são muito bons para esse fim).
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| Imagem: Anatel |
Essa semana estava pesquisando um software gratuito que me resolvesse um problema de modo rápido - gravar uma videoconferência entre 2 pessoas - e só achei 2 softwares que me resolvessem esse drama: um pra fazer a transmissão e outro para fazer a gravação.
Foi nesse momento que percebi que o modelo de software precisa mudar devido à própria indústria de software criar problemas desnecessários e recorrentes.
Os programas de escritório gratuitos ou abertos são antigos, mas não evoluiram tanto quanto os pagos, mas isso está mudando. Certo, temos o equivalente ao pacote MS Office online, gratuito, no site da Microsoft, Google e outros como o Collabora que oferece o pacote online, instalado e no celular (versão gratuita e paga).
Mas tanto o Libre como o Open Office não oferecem os programas (em versão micro de mesa) em separado nem online. Felizmente isso também está mudando.
Quem lembra das primeiras versões do MS Office online vai reconhecer a versão de testes do Libre Office Writer Online. Igual ao seu antecessor da MIcrosoft, o site demora a carregar os seus 300 mb no navegador web e depois que carrega, só funciona online (abrindo ou salvando documentos na nuvem, temporariamente).
A iniciativa está engatinhando, se formos comparar com outras soluções semelhantes que ja existem.
mas esperamos que o Libre (e Open Office também) em breve ofereça esses programas online, para que o software livre e gratuito possa evoluir no mercado, como uma opção para quem ainda não pode pagar pelo software propietário (estudantes, etc) ou tem necessidades pontuais de trabalho (uso de software em trânsito, p. ex.).
E que ofereçam esses programas instalados em separado - não tem sentido baixar 500 mb de programa só pra usar um bom editor de textos no PC de mesa, tendo acesso a programas na internet...
Manter o computador íntegro, funcionando a maior parte do tempo é uma tarefa que requer certos cuidados, observação e atenção, pois o problema pode vir tanto do local onde o equipamento está (rede elétrica, p.ex.) quanto do hardware ou software.
Cito algumas sugestões para que seu PC tenha maior vida útil, sem manutenção frequente:
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| Imagem: MakeUseOf |
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| Imagem: Freeimages |
Tenho usado aceleradores de navegadores web e se por um lado cheguei a conclusões meio óbvias - informática não é uma ciência exata - por outro, reforcei certos paradigmas que já tinha, como que não podemos nos dar ao luxo de não acompanhar as mudanças.
Incluindo aceleradores de navegação web.
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| Imagem: Slide Player |
Depois que Bill Gates resolveu se afastar da MicroSoft para se dedicar a filantropia, a MS se tornou mais aberta ao mundo, abandonando muitas soluções propietárias/fechadas e adotando soluções mais "abertas" e sintonizadas com a época atual.
P. ex., a Microsoft decidiu (tardiamente) aposentar o Internet Explorer e adotar o Microsoft Edge (com o motor de renderização do Google Chrome). Só que com isso começou uma nova guerra de navegadores, ao não dar mais suporte ao Firefox em seus sites.
Pra quem não era nascido, no início da internet comercial havia uma disputa entre os navegadores Internet Explorer e o Netscape, da qual o IE saiu vencedor por um período.
Mas essa guerra voltou, com novos atores: